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Experiência no Pico
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A Nossa História
Casas do Vinagreiro.
Na encosta sul da ilha do Pico, debruçada sobre uma ampla baía e situada a meio caminho entre o mar e a serra, encontra-se a aldeia das Pontas Negras. É uma pequena povoação com cerca de meia centena de casas, situada a dois quilómetros da sede da freguesia (Ribeiras) e a dez quilómetros da sede do concelho (Lajes do Pico).
Situadas neste lugar simpático e hospitaleiro das Pontas Negras, na freguesia das Ribeiras, concelho das Lajes do Pico, ilha do Pico, Açores, encontram-se as Casas do Vinagreiro — casas rurais de traça antiga que remontam ao século XIX.
Construídas pelo meu avô, conhecido pela alcunha de "Vinagreiro", aquando do seu regresso dos Estados Unidos da América, as Casas do Vinagreiro adotaram o seu nome.
"Pico é a mais bela, a mais extraordinária ilha dos Açores, duma beleza que só a ele lhe pertence, duma cor admirável e com um estranho poder de atração. É mais do que uma ilha — é uma estátua erguida até ao céu e amolgada pelo fogo."




Ilha do Pico
A mais extraordinária
ilha dos Açores.
A Ilha do Pico é a segunda maior ilha do Arquipélago dos Açores, no Atlântico Norte. Dista 8,3 km da Ilha do Faial e 15 km da Ilha de São Jorge. Tem uma superfície de 447 km², uma linha de costa com 151,84 km e 31 ilhéus (entre grandes e pequenos). A população residente era de 14 806 habitantes (2001).
Mede cerca de 42 km de comprimento por 20 km de largura e deve o seu nome à majestosa montanha vulcânica Montanha do Pico, que culmina num pico pronunciado — o Pico Pequeno (Piquinho).
A Montanha do Pico é a mais alta montanha de Portugal e uma das maiores elevações que emergem do Atlântico, atingindo 2 351 metros acima do nível do mar.
Do século XIX à atualidade
Em meados do século XIX, a produção de vinho sofreu um forte golpe com o ataque do oídio (1852), que, oriundo dos Estados Unidos, afetou severamente as vinhas europeias. A recuperação foi lenta e fez-se com novos bacelos.
No mesmo período, a ilha foi um dos principais centros baleeiros durante a época áurea da caça ao cachalote. Após a cessação da caça, no último quartel do século XX, a economia conseguiu reinventar-se com a pesca do atum, a indústria conserveira e, mais recentemente, com a valorização turística associada à observação de cetáceos.
Em julho de 2004, a UNESCO classificou a Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico como Património Mundial. A área classificada engloba os lajidos das freguesias da Criação Velha e de Santa Luzia.
Património
Em termos de património natural, destacam-se a Gruta das Torres, na Criação Velha, e o conjunto geológico denominado Furnas do Frei Matias.
Em termos de património cultural, destacam-se, na Madalena, o Museu do Vinho (instalado num antigo Convento das Carmelitas), em São Roque do Pico o Museu da Indústria Baleeira, e nas Lajes do Pico o Museu dos Baleeiros.
Montanha do Pico — 2 351 m






Lajes do Pico
O concelho mais
antigo do Pico.
O concelho das Lajes do Pico é o mais antigo da ilha, com 154,35 km² de área e 4 711 habitantes, subdividido em seis freguesias: São João, Lajes, Ribeiras, Calheta do Nesquim, Piedade e Ribeirinha.
A base económica do concelho está fortemente ligada à pecuária, sobretudo à criação de gado bovino para produção de carne e lacticínios, bem como à suinicultura. A vila possui também forte tradição piscatória, nomeadamente na faina do atum, e foi, durante muitos anos, um centro da atividade baleeira.
Clima
O clima nesta parte da ilha apresenta-se temperado marítimo, com temperaturas médias a oscilarem entre 14 ºC e 22 ºC. A precipitação tem caráter regular ao longo do ano, sendo geralmente mais acentuada no inverno.
Cultura e tradições
As atividades culturais das Lajes do Pico são fortemente marcadas por iniciativas e tradições populares, algumas centenárias. O mar, o vulcanismo e o isolamento provocado pela insularidade moldaram a mentalidade local e estão na origem de muitos apelos ao divino.
Destacam-se as Festas do Espírito Santo, com cerca de 500 anos de história, que procuravam proteção contra o vulcanismo, tremores de terra e outros desastres naturais. Esta tradição foi levada pelos açorianos para vários pontos do mundo, em particular para a América do Norte (Estados Unidos e Canadá), sem esquecer o Brasil (especialmente o Rio Grande do Sul).
O ritual inclui a coroação de uma criança, com cetro e coroa, geralmente em prata (por vezes em ouro), como símbolos do Espírito Santo. A celebração ocorre no sétimo domingo após a Páscoa.
Para além desta festa, decorre na última semana de agosto a Festa dos Baleeiros, cujo início remonta a 1883, ano em que os baleeiros se integraram nos festejos de Nossa Senhora de Lourdes.
Artesanato






Gastronomia
Sabores da ilha
Delicie-se com a gastronomia típica da Ilha do Pico:
Do mar
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Da padaria
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